Um pouquinho de MR

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Fique de olho: Maria Rita na Luz

Show em frente ao Parque da Luz inaugura decoração de Natal, com 4 mil árvores espalhadas pela cidade. As informação ainda não estão confirmadas oficialmente.

Catraca Livre

Ainda não está oficialmente confirmado, mas ao que tudo indica, a cantora Maria Rita se apresentará no dia 28, a partir das 20h, em frente ao Parque da Luz. Caso o show ocorra, a entrada será Catraca Livre!

As informações são da SP Turis, que em breve, divulgará a confirmação.

No dia seguinte, 29, acontece a inauguração da iluminação das 4 mil árvores de Natal decoradas e espalhadas pela cidade.

"Sons da Nova" (23/10/09) - Fotos de Naira Messa

11/11/09 - Nova Brasil FM
























terça-feira, 10 de novembro de 2009

Projeto chega à cidade com oficinas gratuitas e show de Vanessa da Mata

10/11/09 - Cruzeiro do Sul

Sorocaba recebe a partir de amanhã, dia 11, até o dia 13 de novembro, o programa “Eu Faço Cultura”, considerado o maior projeto cultural do Brasil incentivado com recursos do Imposto de Renda de Pessoa Física. Há dois anos percorrendo diversas cidades do país (a meta é atingir 33 municípios), o projeto chega aqui com oficinas de música e produção musical gratuitas e show de Vanessa da Mata. As oficinas serão realizadas simultaneamente nos dias 11 e 12 de novembro entre as 18h30 e 22h. As inscrições já podem ser feitas gratuitamente pelo site www.eufacocultura.com.br hoje ou amanhã, no próprio local de realização das oficinas (Conservatório Musical “João Baptista Julião”). São oferecidas 60 vagas para cada uma. Após as aulas, dois alunos da oficina de produção musical participam da passagem de som do show de Vanessa da Mata, que será no dia 13, e outros dez alunos da oficina de música farão uma apresentação na abertura, junto com o músico francês Cyrille Verdeaux.

A oficina de música, que vai abordar ritmos como o samba, choro, baião, afoxé e até batidas funk, será ministrada por Ismael Rattis, percussionista e baterista popular de Brasília. Já a de produção musical vai apresentar as etapas desde a pré-produção, os processos de gravação até a mixagem e também formas de composição de músicas utilizando o computador. O objetivo é estimular o interesse dos participantes e dar continuidade à prática da produção musical. A aula será realizada pelo DJ JVC. Ambas as oficinas serão realizadas no Conservatório Musical “João Baptista Julião” (rua Coronel José Loureiro, 82, casa 1, Centro).

Depois das oficinas, o projeto é encerrado com a apresentação da cantora e compositora Vanessa da Mata, que fará um show no Ipanema Clube, na próxima sexta-feira, dia 13 de novembro. A abertura será feita às 22h pelo músico francês Cyrille Verdeaux e dez alunos da oficina de música. Na ocasião, Vanessa da Mata subirá ao palco para apresentar o show “Perfumes de Sim”, que marca o lançamento de seu primeiro DVD, “Multishow ao Vivo”. Integram o repertório canções como “Não Me Deixe Só”, “Amado” e “Boa Sorte / Good Luck”.

O pianista, maestro e compositor francês Cyrille Verdeaux, que fará a abertura do show, é o único músico francês a figurar no “The Billboard Guide to Progressive Music” com dois álbuns, Clearlight Symphony e Clearlight Visions, entre os cem melhores trabalhos de música progressiva desde 1971.

O projeto

“Eu Faço Cultura” (EFC) é uma iniciativa da Federação Nacional das Associações de Empregados da Caixa (Fenae) que, por meio do Movimento Cultural do Pessoal da Caixa (MCPC), mobilizou, no final de 2008, mais de sete mil empregados da instituição. Os colaboradores, empregados ativos e inativos, são, há três anos, um dos maiores incentivadores da cultura no país ao destinar parte do IRPF devido ao projeto, por meio da Lei Rouanet (8313/1991). A união dos empregados da Caixa arrecadou mais de R$ 2,3 milhões que estão sendo investidos na execução do projeto ao longo de 2009. Nos dois primeiros anos de realização, o projeto conseguiu atingir mais de 160 mil pessoas, entre participantes das oficinas e espectadores dos shows. Entre os artistas convidados para integrarem o projeto estão Nando Reis, Monobloco, Jorge Aragão, Zeca Baleiro, Biquíni Cavadão, Moinho e Maria Rita, que fazem o encerramento das atividades culturais em cada uma das cidades atendidas.

Em comemoração ao Ano da França no Brasil, o projeto promove também o intercâmbio cultural entre Brasil e França por meio da música instrumental.

Vale destacar que o grande volume de participação de pessoas físicas no Movimento Cultural do Pessoal da Caixa motivou o apoio da empresa Caixa Seguros, que também utilizando a Lei Rouanet, se tornou incentivadora do “Eu Faço Cultura”, como pessoa jurídica.

Por ser iniciativa de funcionários, que destinam parte do IRPF para a cultura, Fabiana Matheus, vice-presidente da Fenae, acredita que essa atitude possa incentivar empregados de outros órgãos, até mesmo ligados ao governo. “O funcionário percebe que não gasta nada, afinal ele já pagou. A diferença é que ele tem a opção de determinar onde ele quer que o recurso pago seja investido”, esclarece.

Conforme Fabiana, as pessoas sempre reclamam de pagar imposto e não saber para onde vai 6% do seu salário, então as associações da Caixa ajudam no processo de esclarecimento de como funciona a doação. “No primeiro ano participaram três mil funcionários, no ano seguinte esse número saltou para 11 mil”, conta.

Ainda de acordo com Fabiana, quanto maior a participação dos empregados, maior a abrangência das cidades. “Sorocaba e região, por exemplo, tiveram participação bastante significativa na doação do ano passado e isso possibilitou com que a cidade fosse incluída, até mesmo para agradecer o apoio”.

A vice-presidente da Fenae afirma que o projeto prevê eventos abertos ao público. “Uma exigência do Ministério da Cultura é que não seja excludente, mas que gere bilheteria. Dentro do projeto existe uma parte subsidiada pelo recurso do imposto e em contrapartida tem de ter a participação da sociedade, pode ser mínima, mas tem de ter. Um diferencial do projeto são as oficinas, que são gratuitas”, explica.

Com relação ao preço mínimo do show custar R$ 50, Eduardo Costa, gerente de produção do projeto, esclarece que em Sorocaba não foi possível um preço menor devido às cortesias para funcionários. “Cada trabalhador que fez a doação para o projeto recebe dois convites. Por isso não teríamos como vender os convites restantes por um preço menor, senão não teríamos como arcar com os custos a produção do show. Somente o cachê de Vanessa da Mata é de R$ 48 mil. Tem ainda os custos com cenário, transporte, enfim. O total deve ficar em torno de R$ 70 mil. Já teve casos que o produtor local, que ajuda a arcar com custos, ficou no prejuízo”, esclarece.

SERVIÇO:

Os convites para o show de Vanessa da Mata custam R$ 50 pista (sócios do Ipanema Clube pagam R$ 40); e R$ 70 área vip (sócios do Ipanema Clube pagam R$ 60). Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente na Exata Ótica (Esplanada Shopping e centro). Informações: (15) 3519-4330/3321-1125 ou pelo site www.eufacocultura.com.br.

"Aumenta o Som" - Rede TV

O Programa Aumenta o Som é exibido todo sábado às 18:30 na Rede TV+. Neste programa você verá o Som do Reversi quebrando tudo no quadro "Divulga o Som" e ainda o Showzaço da Maria Rita no Projeto Sons da Nova da Rádio Nova FM. Aumenta o Som!

Vídeos - MR no Boteco Bohemia (07/11/09)





10.11 - Gil e Maria Rita! (Site Oficial)

Já está na rede a música que Maria Rita gravou com Gilberto Gil, para o DVD novo do Gil, "Bandadois" que chega nas lojas ainda em 2009.Eles interpretaram "Amor até o fim" , que Gil compôs para Elis Regina há mais de 30 anos.Clique aqui para ouvir!

Boteco Bohêmia escolhe os melhores petiscos de São Paulo

09/11/09 - eBand

Foi com muito samba, calor e cerveja que a Festa da Saideira do Boteco Bohemia escolheu, no último sábado, dia 7, e domingo, o melhor petisco de São Paulo.

O prêmio ficou com o bar Veríssimo, com o prato "Pirulito de Rabada no Caixote” – um pirulito de rabada mergulhado em um tacho com polenta, linguiça toscana e agrião crispy, acompanhado de picles de quiabo e ovo de codorna colorido. O espaço fica no bairro do Brooklin, zona sul da capital, e homenageia o escritor Luis Fernando Veríssimo.

Durante o mês de outubro, 31 bares participaram, cada um com um petisco, de uma eleição popular. Além disso, um júri também foi selecionado para ajudar na escolha final dos vencedores.
Para a Festa da Saideira, Maria Rita comandou o samba no sábado e Paulinho da Viola cuidou da diversão no domingo. Quem compareceu à festa teve a oportunidade de comprar porções dos pratos concorrentes a R$ 5.

Conheça os vencedores do Boteco Bohêmia São Paulo 2009

Melhor Petisco
1º – Veríssimo
2º – O Famoso Bar do Justo
3º – Botica do Quintanda

Melhor Atendimento
1º – O Famoso Bar do Justo
2º – Botica do Quintanda
3º – Veríssimo

Melhor Ritual de Servir Bohemia
1º – Kamaleon Grill & Bar
2º – Veríssimo
3º – Botica do Quintanda

Warner Music está ansiosa para contratar o vencedor do ÍDOLOS

09/11/09 - Terra

O programa ÍDOLOS exibirá na próxima terça-feira, dia 10, o encontro que marca oficialmente a parceria entre Record, Fremantle Media e 19 Entertainment com a gravadora Warner para lançar a nova estrela da música brasileira.

O presidente da gravadora, Sérgio Affonso, e o gerente artístico da companhia, Wagner Vianna, foram até a mansão onde os finalistas estão concentrados para explicar e firmar o acordo com os sete finalistas do programa.

O contrato com a gravadora prevê o lançamento do álbum do vencedor do programa, além de toda assessoria empresarial para promover o artista no mercado musical. No cronograma da empresa está o lançamento de um disco single do vencedor ainda em 2009. O álbum, com músicas inéditas, tem previsão de ser lançado até 90 dias após a final do programa, em 16 de dezembro.

"Toda a companhia no Brasil está ansiosa por esta nova contratação e deseja com a maior sinceridade e compromisso que vença o melhor", afirma o presidente da gravadora.

Detalhes deste encontro e da parceria inédita entre Warner Music Brasil e o programa ÍDOLOS serão exibidos no programa da próxima terça-feira, dia 10.

A Warner Music Brasil é afiliada da Warner Music Group, a maior gravadora independente do mundo e a primeira a se tornar uma companhia pública, através da oferta de suas ações, em maio de 2005, nos EUA. Com um cast que inclui artistas locais e internacionais, representa os selos Warner Bros., Atlantic, Elektra, Maverick, Lava, Nonesuch, Reprise, Rhino, Sire e outros. Está presente em mais de 50 países através de suas afiliadas.

No Brasil desde 1976, a companhia vem representando os selos internacionais e desenvolve artistas locais desde então. Estão no time nacional: Maria Rita, O Rappa, Gilberto Gil e Rick & Renner entre outros iniciantes tais como Tiê, Diogo Poças e Aline Calixto. Já no time internacional: Madonna, Eric Clapton, Neil Young, Green Day, Enya, Muse entre outros.

Desde 2005, a organização desenvolve forte atuação no segmento digital, disponibilizando seu conteúdo para venda através dos novos canais como a internet e a telefonia celular.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Boteco Bohemia (07/11/09) - Fotos de Regina Colon



































domingo, 8 de novembro de 2009

Boteco Bohemia - Twitpic MR

"Saca só se o show foi bom:" - MR

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

(09/10/09) Centro de Convenções de Florianópolis/SC - Fotos de J. Ribeiro

XVI Congresso dos Corretores de Seguros de 2009 - Santa Catarina

Flickr de J. Ribeiro






































































MR Recife/PE (17/10/09) - Fotos de Ana Diniz C.

Flickr da Ana Diniz C.








































Cantora Maria Rita faz show, dia 19 de novembro na Pacha Floripa

Festa da Semana


No dia 19 de novembro de 2009, quinta-feira será a vez da Maria Rita se apresentar na Pacha Floripa (Rodovia Maurício Sirotsky Sobrinho, SC 402, KM 1, Jurerê Internacional). A casa terá abertura às 20h, com início do show previsto para às 22h.

Maria Rita

Maria Rita começou a cantar profissionalmente aos 24 anos. Agora, com 30, não acha que foi tarde. "Você se achar no mundo é uma tarefa muito difícil", diz a jovem que se formou em comunicação social e estudos latino-americanos nos EUA. Filha de Elis Regina e Cesar Camargo Mariano, de tanto dizerem que ela precisava cantar, Maria Rita resistiu durante algum tempo. "Encaro a vida como um grande processo feito de vários pequenos processos no caminho. Sempre quis cantar. Mas a questão não era querer. Era por quê. Não gosto de fazer nada sem ter um porquê. Fica mais fácil quando você tem um objetivo, uma meta. O motivo passou a existir quando percebi que ficaria louca se não cantasse", afirma.

Após escolher a hora certa, ela não pode queixar-se dos resultados que alcançou. Aliás, ninguém pode reclamar dos resultados alcançados por Maria Rita. Antes mesmo de lançar um CD foi a vencedora do Prêmio APCA de 2002 como Revelação do ano. Seu primeiro disco, "Maria Rita", lançado em setembro de 2003, vendeu mais de 1 milhão de cópias em todo o mundo. O primeiro DVD, que traz o mesmo título e foi para as lojas na primeira semana de novembro daquele ano, chegou à marca de 180 mil cópias. Ambos foram lançados em mais de 30 países, incluindo Alemanha, Argentina, Áustria, Bélgica, Canadá, Chile, Colômbia, Dinamarca, Equador, Finlândia, França, Inglaterra, Itália, Japão, Coréia, República Tcheca, México, Holanda, Noruega, Portugal, Suécia, Suíça, Taiwan e Venezuela. Os números referentes à jovem cantora são sempre impressionantes. Maria Rita alcançou, no Brasil (um mercado tido como em crise, ameaçado pela pirataria), Disco de Platina Triplo e DVD de Diamante; em Portugal, CD de Platina. Também, pudera... Foram 160 shows completamente lotados ao longo de 18 meses.

O reconhecimento foi de público e de crítica. Maria Rita venceu prêmios importantíssimos em 2004: Grammy Latino nas categorias Revelação do Ano, Melhor Álbum de MPB e Melhor Canção em Português ("A festa"); Prêmio Faz a Diferença (oferecido pelo jornal "O Globo"); o troféu da categoria Melhor Cantora do Premio Multishow e os do Prêmio Tim nas categorias Revelação e Escolha do Público. Do primerio CD dela, foram trabalhadas as músicas "A festa", "Cara valente", "Encontros e despedidas" (que foi tema na novela "Senhora do Destino") e "Menininha do portão".

O aprendizado para Maria Rita se deu todo de maneira instintiva e informal. Uma conversa com o pai, quando era mais jovem, ilustra bem isso. Maria Rita pediu que Camargo Mariano a ensinasse a tocar piano. Diante de uma negativa, encolheu-se: "Ok, você não tem tempo, não é?" O pai, que com certeza é uma das grandes referências musicais dela, discordou; disse que tempo, se fosse o caso, ele arrumaria. O problema é que ele aprendera sozinho... "O que ele toca ele não aprendeu com ninguém, então ele não tem o que me passar", entende agora Maria Rita, que seguiu trilha parecida. Soltava a voz e pronto. Passou a fazer aulas de canto, mais tarde, para "saber usar o instrumento". Ela até gostaria de ter uma bagagem mais formal, mas por outro lado mostra-se satisfeita com os caminhos que escolheu guiada pelo instinto e pelo coração.

Em setembro de 2005, chegou às lojas o novo trabalho de Maria Rita, "Segundo". O primeiro single foi "Caminho das águas". Juntamente com a pré-venda do CD em lojas online, foi feita a "venda digital" do single "Caminho das águas". Neste último caso, uma novidade no mercado brasileiro de discos, foram tantos downloads que houve congestionamento já na data de lançamento. Todo mundo queria ter Maria Rita gravada no computador. E não é para menos.

O novo CD rendeu à cantora uma extensa turnê no Brasil, participações especiais em diversos CDs nacionais ("Forró pras crianças" e "100 anos de frevo"), shows nacionais (Arlindo Cruz, O Rappa, Os Paralamas do Sucesso, Gilberto Gil e Mart'nália) e internacionais (Jamie Cullum, Mercedes Sosa e Jorge Drexler). O sucesso mundial de "Segundo" lhe rendeu, em 2006, mais dois Grammys Latinos -- Melhor Álbum de MPB e Melhor Canção Brasileira com "Caminho das Águas" de Rodrigo Maranhão -- e mais de 50 apresentações no exterior com sucesso absoluto de público e crítica no Montreux Jazz Festival, North Sea Jazz Festival, Irving Plaza (NY), San Francisco Jazz Festival, dentre outros.

No dia 14 de setembro de 2007, Maria Rita lançou o seu terceiro CD "Samba Meu", produzido por Leandro Sapucahy e co-produzido pela própria cantora. O CD teve lançamento simultâneo nos Estados Unidos, América Latina, México, Portugal, Israel e Reino Unido.

Em abril de 2008, a ABPD concedeu o Disco de Platina a "Samba Meu" pelas mais de 125 mil cópias vendidas do CD. O álbum também ganhou o prêmio de "melhor CD" no 15º Prêmio Multishow de Música Brasileira.

Maria Rita lançou o DVD "Samba Meu", em setembro de 2008. Filmado ao vivo, no Rio de Janeiro, o DVD foi produzido por Maria Rita, dirigido por Hugo Prata (Zulu Filmes) e traz a íntegra do show e, como extras, os clipes de "Num corpo só" e "Não deixe o samba morrer" (ambos dirigidos por Hugo Prata), um slideshow de fotos de Marcos Hermes e o making of da gravação.

Com mais de 190 mil CDs vendidos de "Samba Meu", em novembro, Maria Rita ganhou o seu terceiro Grammy Latino, como "Melhor Álbum de Samba". Em dezembro, a cantora ganhou o DVD de Ouro pela mais de 40 mil cópias vendidas desde o seu lançamento.


Discografia

Maria Rita (2003)

Segundo (2005)

Samba Meu (2007)

Samba Meu DVD (2008)

Ingressos:

Ingressos já estão sendo vendidos na Pacha Floripa, nas Lojas Someday (Shoppings Beiramar, Iguatemi, Floripa, Itaguaçu, Trindade e ARS) e no site www.nosvamos.com.br/pacha: pista R$ 60,00, camarote R$ 120,00.

Os ingressos só podem ser comprados com dinheiro, pois não aceitamos cheques nem cartões.

Os valores acima estão sujeitos a alterações sem aviso prévio.

Informações:

Mais informações e reservas pelo telefone 48 3282.2054 ou pelo email pachafloripa@pachafloripa.com.br

Depois do consultório - Reinaldo Bessa

06/11/09 - Gazeta do Povo

Maria Rita faz show hoje no Teatro Positivo – Grande Auditório para médicos em evento promovido pela Unimed Curitiba. O show “Samba Meu” é o mesmo já apresentado aqui no mesmo teatro. Os 2, 4 mil ingressos distribuídos aos médicos foram trocados por alimentos não perecíveis, que serão doados a cinco instituições assistenciais da cidade que cuidam de crianças e idosos.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Boteco Bohemia acaba com saideira na Mooca

06/11/09 - Destak

A Festa da Saideira, que marca a final do concurso Boteco Bohemia, toma conta do Moinho Eventos (rua Borges Figueiredo, 510), na Mooca, amanhã, com ingressos esgotados, e domingo. Além da premiação para o bar com o melhor petisco, em votação feita pelo público, a balada tem show de Paulinho da Viola.

Amanhã, a festa começa às 14h e vai até as 2h, com shows de Maria Rita, Banda Mantiqueira com Fabiana Cozza, e o grupo Bangalafamunga.

Além de Paulinho da Viola, a programação de domingo, que começa e acaba mais cedo (13h à 1h), tem Casuarina, Banda Black Rio, DJ Fausto, DJ Patife e a divulgação do melhor petisco entre os 31 bares concorrentes.

Os ingressos podem ser adquiridos nos bares participantes do Boteco Bohemia (veja a relação em www.botecobohemia.com.br ou no site Ticket Fácil (www.ticketfacil.com.br). R$ 80 a R$ 90.

05.11 - Mande sua canção para a cantora! (site oficial)

Quer mandar uma música para a Maria Rita? É só enviar um cd com a canção e a letra e seus contatos para:

Trama Music
Ac Allen Guimarães
Rua Cristiano Viana, 441 - 6 andar - cj 63
Pinheiros - São Paulo
Cep: 05411-000

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

"Com Chitãozinho em Campinas" (site oficial)


terça-feira, 3 de novembro de 2009

Lançamento do 17º Festival de MPB contará com show com Ed Motta & Banda

03/11/09 - ROL

Será dia 07 de novembro – 20h30 no Teatro Procópio Ferreira em Tatuí Ingressos a R$ 10 (R$ 5 idosos, estudantes e aposentados)

Tatuí recebe, dia 7 de novembro, noite de lançamento do 17º Festival de MPB, o cantor Ed Motta. Em sua primeira apresentação em Tatuí, cidade que é a Capital Estadual da Música, Ed Motta fará o show “Piquenique”, nome de seu 10º álbum realizado com parceria em família e masterização de Herb Powers Jr.

O Cd, lançado pela Trama, chegou às lojas em outubro e surpreendeu grande parte do público, já há muito tempo ansioso por um trabalho pop do artista. As canções que compõem a obra foram escritas a quatro mãos e marcam a estréia da parceria entre Ed e Edna Lopes, com quem ele é casado há 18 anos.

A única exceção é a faixa “Nefertiti”, uma parceria com Rita Lee.
Narrativas de quadrinhos, humor, cinema noir e amor são temas de canções como “Pé Na Jaca”, “Nicole Versus Cheng” e “A Turma da Pilantragem”. Essa última, dueto de Ed Motta com a cantora Maria Rita.

A faixa título conta com a participação de Marya Bravo, famosa nos anos 70 por dar voz ao single “Cremogema”. A produção é assinada por Ed com a co-produção de Silvera. A masterização foi feita por Herb PowersJr., considerado um dos melhores masterizadores do mundo.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Heróis da resistência na história musical do Brasil

02/11/09 - Paraná Online

“Brasil, o país das cantoras”. Já ouvimos esta frase várias vezes. Quando surgiram Adriana Calcanhotto, Luciana Souza, Céu, Mariana Aydar, Roberta Sá... Quando Bebel Gilberto começou a fazer sucesso nos Estados Unidos também ouvimos esta frase. E não está errado. Pelo contrário.

Somos o país que produziu Araci Côrtes, Carmem Miranda, Dolores Duran, Nora Ney, Emilinha Borba, Marlene, Sylvia Telles, Dóris Monteiro, Nana Caymmi, Wanderléa, Gal Costa, Joanna, Fátima Guedes, Simone, Jane Duboc, Joyce, Cláudia Telles, Marina, Paula Toller, Zizi Possi, Angela Rô Rô, Elza Soares, Fernanda Abreu, Ana Carolina, Zélia Duncan, Maria Rita... E tantas outras.

E, principalmente, Maria Bethânia e Elis Regina, as grandes divas da música brasileira. Bethânia sempre inconfundível, levando seu dom para o mundo sem tirar o coração de Santo Amaro da Purificação.

Fugindo dos conceitos, correndo independente de manias, modos ou modismos, ela é hoje a voz mais importante do País, uma referência de estilo, classe e qualidade acima de qualquer suspeita.

E Elis, a maior de todas, que fez surgir o que hoje chamamos de Música Popular Brasileira, um fenômeno incomparável quando apareceu, uma lacuna irreparável quando partiu, cedo demais.

Elis antecipou todos os movimentos de nossa música, esteve sempre à frente de seu tempo, foi a cantora que carregou o Brasil em nossos tempos mais bicudos. Quando listamos estes nomes, e ainda faltam tantos, deixamos clara a importância das cantoras em nossa música.

E não podemos “fugir” delas. Sem elas, não teríamos o samba-canção, a Bossa Nova, o Tropicalismo e o Rock Brasil. Resumidamente, não conseguimos viver sem as mulheres. Ainda bem.

Mas e os homens, onde entram nesta história? Aqui mesmo em O Estado citamos um dos grandes crooners da música brasileira, que foi Dick Farney. Também tivemos Orlando Silva, o maior de todos.

E Francisco Alves, Carlos Galhardo, Sílvio Caldas, Vicente Celestino. E mais tarde Lúcio Alves. E, claro, João Gilberto - que está aí, mas ao mesmo tempo não está. Entre eles, Altemar Dutra, Cauby Peixoto e Nelson Gonçalves.

Daí em diante, sobreviveram os cantores e compositores, como Chico Buarque, Caetano Veloso, Roberto Carlos, Gilberto Gil, Geraldo Vandré, Edu Lobo (principalmente no início da carreira), Erasmo Carlos, Fagner, Belchior, Ivan Lins e por aí vai.

Praticamente desapareceram os intérpretes - aqueles caras que eram escolhidos a dedo para defender determinadas canções, levando toda a emoção que um cantor pode dar. Restaram poucos, mas legítimos representantes da linhagem citada acima.

O primeiro deles é mais “famoso” e mais “reconhecido” pela crítica. É Ney de Souza Pereira. Quem não conhece pode chamar de Ney Matogrosso que fica mais fácil. Ele foi o protagonista da maior revolução de costumes que o Brasil viveu.

No início da década de 1970, era o vocalista do grupo Secos e Molhados, uma experiência de um ano inexplicável para quem não viveu aqueles tempos. Um fenômeno de comunicação que só poderia acontecer por aqui, unindo música, estilo e mídia. Ney saiu do grupo como “superstar” e iniciou uma sólida carreira como intérprete.

Começou como um símbolo sexual andrógino e estilizado. Usou sua capacidade de sedução (a ambos os sexos) para angariar público e fazer sucesso. Teve também a ajuda dos grandes compositores, como Caetano Veloso, Rita Lee, Milton Nascimento e Chico Buarque, que lhe entregaram grandes músicas, como Tigresa, Bandido Corazón e Não Existe Pecado ao Sul do Equador.

Seu maior sucesso, entretanto, foi Homem com H, de Antônio Barros e Cecéu, que o transformou em grande vendedor de discos e em uma figura nacional - seu jeito, meio masculino, meio feminino, virou moda e até um tema em homenagem, Calúnias (não lembra? E se cantarolarmos “Telma eu não sou gay / o que falam de mim são calúnias...”).

Com a carreira consolidada, Ney deu o passo seguinte para se eternizar. Começou a revisitar grandes compositores e a lançar outros. Foi um dos primeiros a “descobrir’ Cazuza, Paulinho Moska e Pedro Luís (com quem chegou a gravar um álbum, Vagabundo).

Também foi ousado ao extremo ao minimizar seu próprio estilo em álbuns distintos, como os que homenageavam Cartola e Chico Buarque e o em parceria com o virtuose Raphael Rabello.

Sem fazer de sua vida um espalhafato ou um meio de aparecer e divulgar involuntariamente seu trabalho, Ney Matogrosso consolida-se, com o álbum Beijo Bandido, lançado recentemente, como o grande intérprete de sua geração, e um dos maiores nomes da música brasileira em todos os tempos.

Ele poderia ter um grande companheiro, não fosse um velado preconceito e certa má vontade da crítica. Emílio Santiago, um dos últimos artistas a realmente serem lançados pela televisão (surgiu nos programas de calouros de Flávio Cavalcanti), ele sempre transitou à margem dos grandes sucessos, das grandes gravadoras e também da mídia.

Quando foi amparado por uma major, no caso a Som Livre, foi campeão de vendagem com a série Aquarela Brasileira - que foi explorada à exaustão e, por isso, virou sinônimo de música brega.

Como crooner que sempre foi, revirou o baú da música brasileira e homenageou Dick Farney e Cauby Peixoto. Promoveu a redescoberta da obra de Gonzaguinha e, em 2000, fez ótimo trabalho em uma remissão dos sucessos da Bossa Nova.

Seu último álbum traz a regravação da bela Lembra de Mim, de Ivan Lins, que ganha força e emoção na voz característica de Emílio -que, repito, poderia ser muito maior não fosse um velado preconceito e certa má vontade da crítica.

A prova da excelência de Emílio Santiago está no seu mais antigo e, ao mesmo tempo, recente parceiro. É o gênio João Donato, um dos primeiros produtores do cantor e que dividiu um de seus últimos trabalhos.

Ao lado de Nana Caymmi, Emílio é um dos grandes intérpretes da bela e complicada obra do compositor e multiinstrumentista acreano. Só os bons se atrevem a gravar Donato. Emílio Santiago e Ney Matogrosso são muito bons.

sábado, 31 de outubro de 2009

30.10 - Tempo livre? (Site oficial)

Veja neste vídeo um depoimento da Maria Rita contando o que faz quando consegue ter momentos livres para descansar.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Ed Motta lança single digital

30/10/09 - Yahoo!

(BR Press) - Enquanto seu décimo álbum, Piquenique, não chega às lojas, o cantor Ed Motta resolveu colocar uma das faixas, intitulada Mensalidade, disponível para download gratuito até o dia 04/11, através do site oficial da empresa Audi Brasil.

Depois dessa data, a faixa só vai poder ser baixada pelo portal Álbum Virtual, da Trama, gravadora responsável pelo lançamento do disco, que deve acontecer ainda em novembro.

Convidados

Mensalidade é uma parceria de Ed com sua mulher, Edna Lopes, co-autora de quase todas as letras do álbum. A exceção é Nefertiti, feita pelo cantor em parceira com Rita Lee. A faixa-título de Piquenique conta com a voz de Marya Bravo. Já Maria Rita participa da música A Turma da Pilantragem. Com inéditas como Pé na Jaca, o disco foi produzido pelo próprio Ed, ao lado de Silvera, co-produtor do CD.

Para baixar Mensalidade: www.audi.com.br

Maria Rita diz que adorou entrevista de Dadá Coelho no Jô. Veja!

29/10/09 - Portal O Dia



Após a polêmica entrevista da comediante e jornalista Dadá Coelho no programa do Jô Soares, vários debates foram gerados em torno de suas declarações.

Para os piauienses, sua aparição no programa global não gerou nenhum saldo positivo para a "boa imagem" do estado. Debochando do estado, a humorista arrecadou inúmeros prostetos, mas também inúmeras risadas.

Uma prova disso é a cantora Maria Rita que fez questão de escrever em seu Twitter o quando está "curtinho" a entrevista da piauiense Dadá Coelho. "Vendo a entrevista da @dadacoelho no Jo, via YouTube. Finalmente! To curtindo........ Ela é inteligente!!! Adoooooooooro... E fala baixo. Adoooooooooro. Elegante, bonita, inteligente. E "da pá virada". Uma grata surpresa. Num momento de explosão da comédia nacional (tanto talento), tudo pode acontecer. Mas ela é garantia!!!", escreveu Mária Rita em seu Twitter.

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

MR em Brasília (24/10/09) - Fotos de Valéria Moraes

Flickr de Valéria Moraes
























Ed Motta libera primeiro single de “Piquenique” para download

29/10/09 - Blog Fônico

O cantor Ed Motta liberou para download gratuito, através do formato Single Virtual, da gravadora Trama, o primeiro single tirado de seu décimo álbum de estúdio, “Piquenique”, que será lançado em novembro.

“Mensalidade” é uma canção composta por Ed Motta e Edna Lopes e irá compor o disco “Piquenique”, que será inspiradado em narrativas de quadrinhos, humor, cinema e amor.

Além de “Mensalidade”, o disco trará as músicas “Pé Na Jaca”, “Nicole Versus Cheng” e “A Turma da Pilantragem”, esta última com participação de Maria Rita. “Piquenique” foi produzido por Ed e Silvera.










Edu Krieger lança o segundo CD e se firma como um dos compositores mais requisitados de sua geração

29/10/09 - Correio Braziliense

Quando começou a compor, por volta dos 20 anos, Edu Krieger passou um ano inteirinho se obrigando a fazer uma canção por dia. A maioria acabou no lixo. Para ele, o que valia era o exercício de elaboração, de construção da música. Dessa primeira safra, a que mais vingou foi Ciranda do mundo, gravada por Pedro Luís e a Parede, Maria Rita e ele mesmo, em seu disco de estreia, lançado em 2007. As mais antigas, ou ele entregou para outros intérpretes, ou usou como ponto de partida para uma ideia diferente, ou simplesmente esqueceu.

“Descarto sem piedade, não tenho nenhum apego. As que sobrevivem na minha memória são as que considero aptas a ocupar um espaço no mundo”, ri o carioca de 35 anos que está lançando o segundo CD pela Biscoito Fino, Correnteza, com 12 faixas compostas por ele (três em parceria), quase todas feitas de 2007 para cá. “Gosto que o trabalho saia com o estado de espírito do momento. E esta é uma fase muito feliz, o disco reflete essa leveza”, completa Edu, que não está no projeto que começa amanhã no CCBB, mas, pode apostar, caberia bem nele.

Com estreia em Brasília marcada para este ano — ele foi selecionado pela Pauta Funarte e fará show na cidade entre novembro e dezembro (a data não está definida) —, Edu Krieger vem sendo gravado por cantoras como Maria Rita, Roberta Sá, Silvia Machete e Aline Calixto. Compositor talentoso, com mais de 100 músicas arquivadas no computador (as que resistiram ao crivo rigoroso), ele gosta de escrever sozinho, mas também arrisca parcerias com a turma da Lapa (Moyseis Marques, Teresa Cristina, Ana Costa). No segundo disco, as três faixas que não assina sozinho são divididas com Raphael Gemal (Feira livre), Zé Paulo Becker (Sobre as mãos, gravada com João Donato ao piano) e Marcelo Caldi (Serpentina). E como escreve bem. Ouça A mais bonita de Copacabana, que ele gravou com a participação especial de Rildo Hora. É linda.

Primeiros passos

Premiado com o Shell de melhor música em 1998 pela trilha da peça O auto da compadecida, dirigida por Antonio Abujamra, e com o troféu de artista revelação de 2007, pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), Edu Krieger começou cedo na música. Filho do maestro Edino Krieger, aos 7 anos já fazia parte do coro infantil do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Na pré-adolescência, apaixonado pelas harmonias da bossa nova, vivia comprando revistinhas com cifras para o violão. Estudou violão clássico também, “para ganhar base técnica”. A composição é que surgiu um pouco mais tarde, por volta dos 20. “Canções dependem de vivência, né?”, justifica o rapaz, que faz música e letra praticamente ao mesmo tempo. “Uma não surge dissociada da outra. É muito difícil eu criar só uma letra, ou só uma música.”

A inspiração vem do cotidiano, do que acontece ao seu redor. “Minhas letras são simples, objetivas e diretas. Elas têm uma construção poética rigorosa, na questão das rimas, de buscar palavras inusitadas, mas são, de modo geral, de fácil compreensão”, observa. As referências estão na literatura —- ele adora Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Mario Quintana — e nos grandes letristas da música brasileira. “Quem tem acesso à obra de Chico Buarque, Paulo César Pinheiro, Aldir Blanc, Vinicius de Moraes e Noel Rosa está muito bem servido de referências. Sempre busquei escutá-los com atenção.”

O respeito pelos mestres também vem da estrada. Enquanto rabiscava suas primeiras canções (e não mostrava para ninguém), Edu Krieger ganhava a vida como baixista. Começou no instrumento aos 18 anos, teve um grupo de forró universitário, o Paratodos, e acompanhou nomes como Geraldo Azevedo, Alceu Valença e Elba Ramalho. Seu último trabalho como instrumentista foi na banda de Sivuca. “Passei seis anos tocando com ele. Foi uma faculdade. Quando ele morreu, vi que não tinha mais nada para fazer como baixista”, comenta.

Geraldo Azevedo, o “ex-patrão”, virou parceiro, participou do primeiro disco. Agora, Edu está engatando uma parceria com Moraes Moreira. “Acho o maior barato ver esses caras, que são mestres, reconhecidos internacionalmente, atender telefone, bater uma bola, sem essa coisa de celebridade. Porque tem artista da minha geração com quem não consigo falar. Tenho de ligar primeiro para o assessor, depois para o escritório, deixar recado para ver se me retorna… Essa frescura me incomoda, sabe?”

Ouça trecho de A mais bonita de Copacabana, com Edu Krieger

El próximo disco de Jorge Drexler será "Mundo Abisal"

29/10/09 - Agência EFE

Lisboa, 29 oct (EFE).- El cantante uruguayo Jorge Drexler lanzará en marzo un nuevo disco cuyo título, según adelantó hoy a Efe, será "Mundo Abisal", nombre que se refiere tanto a las profundidades marinas como al mundo interior de las personas.

Drexler, que ha actuado por primera vez en Lisboa, dentro de la gira inspirada en su álbum "Cara B", explicó en una entrevista con Efe que el título de su próximo trabajo evoca "el mundo de las profundidades marinas, es una metáfora que me gusta mucho y que se refiere también a las personas, a un mundo interior al cual llegan pocos".

El artista uruguayo se presentó anoche en el Cine Sao Jorge de la capital, que se llenó para recibirlo y le aplaudió de pie, haciéndole volver más de una vez al palco después de la despedida.

"Yo hago como si lo creyera natural, pero no lo es y me sorprende que sepan las canciones. Me temo preguntar de donde las sacaron", bromeó el cantante en alusión a la posibilidad de que los lisboetas conozcan su música por internet y no porque compren los discos.

Drexler, que vive en Madrid, rindió homenaje a los portugueses empezando el concierto con la canción "Corazón independiente", inmortalizada en la voz de la fadista Amalia Rodrigues y conquistó al público luso hablándole, de principio a fin, en un buen portugués aunque con notable acento brasileño.

El cantante y compositor, que ganó un Óscar a la mejor banda sonora de 2005 con la canción "Al otro lado del Río", de la película "Diarios de Motocicleta", de Walter Salles, contó que prepara nuevos proyectos también para la gran pantalla.

"A mí me gustó mucho trabajar en el cine y he estado trabajando mucho para el cine desde entonces", señala Drexler, que realizó el año pasado la banda sonora para "The City of your Final Destination", la última película del director estadounidense James Ivory.

El compositor uruguayo también es autor de una de las canciones que se incluirán en el filme "Lope", del brasileño Andrucha Waddington, una producción hispano-brasileña que contará la vida del dramaturgo español Félix Lope de Vega y contará con Sonia Braga y Pilar López de Ayala en su reparto.

"Tengo una relación muy particular con la cultura del idioma portugués porque soy uruguayo y nosotros tenemos un intercambio con Brasil muy fluido y muy natural", explica Drexler, en referencia a la frontera que comparte su país natal con el único Estado sudamericano de habla lusa.

El cantante, que considera al creador de la Bossa Nova, Joao Gilberto, como una fuerte influencia en su música, prefiere siempre las versiones originales a las traducciones y reconoce que aprendió portugués a base de interpretar las canciones en esa lengua que le gustan.

Sin embargo considera que es más difícil entrar en un mercado de lengua extranjera y que la cercanía del portugués al español no supone una facilidad.

"Estuve preguntando todo el día en Portugal qué artistas españoles vienen a tocar aquí. Y no hay. La gente no conoce ni a Joaquín Sabina, no conoce a Serrat o a Kiko Veneno. Y en Brasil tampoco", cuenta Drexler.

En cambio él tiene una estrecha relación con artistas brasileños y ya ha trabajado con músicos como Chico Cesar, Simone, Zélia Ducan, Arnaldo Antunes y Maria Rita, además de Paulinho Moska, que fue quien le introdujo al mundo musical brasileño.

"Si preguntas cuantos artistas españoles trabajan en Brasil o en Portugal, no hay muchos. Y fue increíble entrar en ese mercado. Empecé por medio de colegas que me invitaron a cantar, en primer lugar Paulinho Moska", recuerda Drexler.

Parafraseando al escritor portugués Fernando Pessoa, Drexler dice que su patria es su lengua y que con eso se siente "en casa" en España, dónde vive y prepara sus próximos trabajos.

Drexler aprovechó también su breve paso por la capital lusa para acompañar a la cantante portuguesa Susana Félix en la grabación de una canción suya, "Edad del cielo".

Feira Música Brasil não terá Maria Rita

Cultura e Música

Devido a compromissos assumidos anteriormente, a cantora Maria Rita não participará da Feira Música Brasil 2009. O evento, que acontece em Recife, entre 9 e 13 de dezembro, é o maior do gênero na América Latina e já tem confirmados shows de Móveis Coloniais de Acaju, Nação Zumbi, Sepultura, Chitãozinho & Xororó, Fresno, Duo Gisbranco, entre outras atrações, e mais 24 artistas escolhidos pelo júri da Feira.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Jorge Drexler em Lisboa

HardMusica

Drexler ganhou o Óscar para a Melhor Canção com “Al outro lado del río", do filme “Diários de Che Guevara”, de Walter Salles, tendo sido o primeiro da língua espanhola.
Jorge Drexler apresenta o duplo-álbum “Cara B” que o ano passado foi nomeado para um Grammy.

No CD Drexler interpreta 32 canções em cinco línguas, além do espanhol, também em inglês, italiano, catalão e português. “Dom de iludir”, de Caetano Veloso, é a canção que canta em português.

Drexler actua a solo no S. Jorge, acompanhando-se à guitarra, “cruza sonoridades a que junta histórias de gentes latinas, histórias de emigração, de dramas sociais, e romances junto ao Río de la Plata”, segundo à imprensa.

Mercedes Soza, falecida recentemente, Maria Rita, Neneh Cherry, Vitor Ramil, Paulinho Moska, Pablo Milanés, Jovanotti, Bajofondo Tango Club, são alguns nomes com os quais colaborou.

A canção “Perfume” que interpretou com os Bajondo, valeu-lhe o Prémio Gardel (o prémio músical de amior prestígio na Argentina), e um Grammy Latino.

Drexler, 41 anos, começou a dedicar-se a tempo inteiro à música aos 30 anos, depois de ter abandonado o curso de Medicina, que seguia por tradição familiar.

Otema “Al outro lado del rio” foia primeira canção em espanhol a receber um Óscar.

O álbum “Eco”, de 2004, de onde foi retirada, foi nomeado para os prémios MTV norte-americanos. “12 segundos de oscuridad”, álbum de 2006, foi nomeado para os Grammys latinos e norte americanos, já anteriormente, em 2001, “Sea” valeu-lhe uma nomeação para os prémios Grammy e e outra para os MTV para a música latina e foi eleito como um dos 10 melhores álbuns desse pela edição aregntina da revista Rolling Stone.

Jorge Drexler por cá

26/10/09 - Cotonete

Jorge Drexler vai estar ao vivo no Cinema São Jorge, em Lisboa, no dia 28 de Outubro.

Esta será a estreia do músico uruguaio por cá.

Drexler chamou a atenção internacional depois de vencer o Óscar para a Melhor Canção pelo tema 'Al Otro Lado del Rio', composto para o filme "O Segredo de Brokeback Mountain". Além de ser um dos mais activos compositores da América Latina nos últimos tempos, Drexler tem colaborado com artistas como Omara Portuondo e Maria Rita, entre muitos outros.

O concerto no S. Jorge está marcado para as 21h30. Os bilhetes custam 20 euros.

Últimos dias para eleger o melhor petisco da Capital

26/10/09 - Rede Bom Dia

Os paulistanos ainda têm nove dias para visitar os bares que participam da 6ª edição do Boteco Bohemia. Até o dia 31 deste mês, 31 petiscos disputam o prêmio mais cobiçado da gastronomia de boteco, entre eles, o estufadinho da vaca do Vacéia, o kebab de camarão do The Joy Lunch e Beer ou rolê do Jacaré, do Jacaré Gril. Além de Melhor Petisco, os bares concorrerem à Melhor Atendimento, Melhor Ritual de Servir Bohemia, além de escolher o Garçom Nota 10. Os petiscos foram criados especialmente para a competição e o vencedor será anunciado durante a Festa da Saideira, nos dias 7 e 8 de novembro, que contará com a presença dos 31 bares concorrentes e seus respectivos petiscos, além de diversas apresentações musicais de grandes nomes da música brasileira, como Maria Rita e Paulinho da Viola. Em cada um dos estabelecimentos, o consumidor encontrará cédulas de votação nas quais pode conferir notas que variam de 1 a 10 às três categorias. Além de saborear e eleger os melhores petiscos de São Paulo, o público também encontra nos bares a Rota Instrumental - circuito de apresentações gratuitas de samba, jazz e bossa novas.

Mais informações: www.botecobohemia.com.br