sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

O samba dela

03/12/2009 - Jornal A Cidade

A cantora Maria Rita volta a Ribeirão Preto para se apresentar no palco do Theatro Pedro II. Ela canta as composições de seu trabalho mais recente, o CD e DVD "Samba Meu", lançados em 2007. Antes, já havia lançado, com sucesso, os discos "Maria Rita" (2003) e "Segundo" (2005).

Na entrevista a seguir, feita por e-mail, a cantora fala sobre seu estilo ao se vestir, sobre a fama e o tipo de som que leva para casa.

A Cidade - Você chegou a relutar sobre voltar a cantar e seguir a carreira artística. Como foi receber o reconhecimento do público e receber prêmios de peso como Grammy Latino, Prêmio Multishow, o Prêmio TIm?

Maria Rita - Por mais incrível que possa parecer a alguns, eu realmente fiquei muito chocada com o reconhecimento da classe e do público. Não vou ser leviana e dizer que não esperava nada. Eu sabia que alguma coisa havia de acontecer. Mas que seria rápido e intenso, da maneira como foi, isso realmente foi uma surpresa. E por um momento, depois do Grammy Latino, cheguei a cogitar o que seria de mim a partir dali. Afinal de contas, é considerado o prêmio máximo. Mas logo passou. O lance é receber o prêmio e continuar mostrando a que vim, e se realmente mereci ou mereço tais reconhecimentos.

A Cidade - Você se apresentou com Jammie Cullum em 2006. Como foi a experiência de cantar com ele?

Maria Rita - Foi uma lição. Ele é bastante despojado, bastante diferente de mim. Eu adoro ensaio, ele não ensaia muito. Eu adoro passagem de som, por ele nem passaria nada. Eu adoro cantar sabendo a letra de cor, e ele não fez e menor questão. Ele é muito livre dentro da arte dele, e eu achei aquilo tudo muito inspirador. E é um cara muito legal, muito querido. Fiquei bastante feliz com aquela aproximação.

Leia a entrevista completa na edição impressa do A Cidade

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